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  • Mikael Sampaio

Transnordestina terá nova concessão para retomada das obras

O ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, decidiu pela caducidade da concessão da ferrovia Transnordestina. A informação foi confirmada pelo ministro de Desenvolvimento Regional, Gustavo Canuto, durante evento do BNB no Ceará.


A Transnordestina está num processo de retirada da concessão atual, para que a gente possa retomar essas obras. Uma parceria com o BNB, com a Sudene e o Ministério de Infraestrutura. Conversei com o ministro Tarcísio, e essa decisão já foi tomada”, garantiu Canuto, sobre a abertura de uma nova concessão.


A decisão do ministério da Infraestrutura atende a um pleito da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), que em abril recomendou ao ministério o m da concessão para a CSN tocar a obra através da Transnordestina Logística S.A (TLSA).


A ferrovia, iniciada em 2006, deveria ligar os Porto de Pecém (CE) e Suape, em Pernambuco. No entanto, a obra chegou a 2019 com custo de R$ 13 bilhões e previsão de entrega só para 2027.


Em seus primeiros estudos, a Transnordestina apresentava custo total de R$ 8 bilhões, com previsão de entrega para 2010 de mais de 2,3 mil quilômetros de malha ferroviária, que cortariam 81 municípios em três Estados. A TLSA, empresa privada que até então é responsável pelo empreendimento, esperava retomar as obras no segundo semestre de 2019, em parceria com a empresa italiana Salini Impregilo, que aportaria R$ 2,2 bilhões e avançaria com as obras em direção ao Ceará.


A predileção pelo trecho cearense chamou atenção da bancada pernambucana no Congresso e acirrou a discussão política. Desde sua criação, a Transnordestina tinha a função de integrar o Nordeste, aproximando a capacidade produtiva dos Estados de Pernambuco, Piauí e Ceará.


Com informações do Jornal do Comercio

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