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  • Mikael Sampaio

Secretaria de Saúde alerta para aumento de casos de conjuntivite em PE



A Secretaria Estadual de Saúde (SES) alertou para o aumento nos casos de conjuntivite em Pernambuco. Em uma das unidades de referência, o aumento de ocorrência de inflamação conjuntiva, de janeiro a de março de 2018, foi de 351% em comparação ao mesmo período de 2017. A SES informou que foi comunicada do aumento pela Vigilância Epidemiológica e que está em contato com os serviços oftalmológicos de urgência para que eles fiquem vigilantes e comuniquem ao Estado qualquer mudança no padrão do atendimento.

Confira dicas de prevenção e controle: - Lavar com frequência, com água e sabão, as mãos e o rosto; - Evitar coçar os olhos; - Utilizar, quando possível, lenços e toalhas descartáveis e/ou individuais; - Utilizar travesseiros individuais; - Evitar o uso de objetos como copos, talheres e maquiagem de pessoas com conjuntivite; - Evitar frequentar piscinas e também o uso de lentes de contato; - Evitar frequentar locais com aglomerações, como escolas, creches e locais de trabalho ou clubes, quando acometido pela doença. - Crianças com conjuntivite requerem cuidados especiais com higiene, principalmente das mãos. Devem ser afastadas de escolas, creches, etc. - Evitar atividades de grupo, enquanto a secreção ocular estiver presente; - Limpar as superfícies que foram tocadas por pessoas com conjuntivite com água e sabão e, posteriormente, com álcool a 70%. Doença A conjuntivite é a inflamação da conjuntiva, membrana transparente e fina que reveste a parte da frente do globo ocular (o branco dos olhos) e o interior das pálpebras. Em geral, acomete os dois olhos, pode durar de uma semana a 15 dias e não costuma deixar sequelas. As principais causas de conjuntivite são: alérgenos, traumas, irritação química e infecções por vírus, bactérias ou fungos, contudo as causas mais frequentes são as alérgicas, infecções por vírus e bactérias. Ela é mais frequente no período de verão, já que a disseminação é favorecida pelo calor e umidade. A transmissão ocorre pelo contato direto com secreções oculares de pessoas infectadas e pela forma indireta, na qual o contágio ocorre por meio de objetos, superfícies e instrumentos contaminados. (equipamentos oftalmológicos, toalhas, travesseiros, lenços, lápis, copos, etc.). Os principais sintomas são: hiperemia da conjuntiva (olhos vermelhos) e lacrimejamento; coceira, irritação e sensação de desconforto nos olhos; secreção purulenta ou esbranquiçada; pálpebras grudadas ao despertar; fotofobia e sensação de areia ou ciscos nos olhos.


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