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  • Mikael Sampaio

Plano Novo Chico irá investir R$ 65 milhões no rio São Francisco em Minas Gerais


O Ministério da Integração Nacional anuncia que vai investir cerca de R$ 65 milhões nos próximos dois anos em Minas Gerais, por meio da Companhia Nacional de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf).

O valor será direcionado à revitalização de 1,8 mil nascentes e 1,4 mil quilômetros de matas ciliares e mata de topo; à construção de 69 mil bacias de captação de enxurrada; à implantação de 3,6 mil quilômetros de terraços e à adequação ambiental de 481 quilômetros de acessos vicinais (não asfaltados).

Minas Gerais é o segundo estado, ficando atrás apenas da Bahia, com maior contribuição hídrica à bacia do rio São Francisco e, por isso, é prioritário no Programa de Revitalização do Rio São Francisco – Plano Novo Chico.

O ministro da Integração Nacional, Helder Barbalho, destaca que as medidas permitirão que haja recarga hídrica no rio e evitarão desperdício de água. “É fundamental que o rio São Francisco esteja com tranquilidade hídrica e, com isso, tenha condição de fazer a cessão de água para o Projeto de Integração, que abastecerá cerca de 12 milhões de pessoas no Nordeste", frisou.

Em toda a extensão da bacia do rio São Francisco, desde o início das ações, já foram cercadas e protegidas mais de 1,1 mil nascentes; implantados mais de 1,4 mil quilômetros de cerca, com vistas à proteção de áreas de mata ciliar e topo de morro; construídas 35 mil bacias de captação de enxurrada e 1,5 mil quilômetros de terraços, além da readequação ambiental de 184 quilômetros de estradas vicinais. A expectativa é que mais quatro mil nascentes sejam recuperadas nos próximos anos em toda a bacia.

Plano Novo Chico

Lançado pelo governo federal em agosto do ano passado para ampliar as ações de revitalização do rio São Francisco, o plano prevê R$ 7 bilhões em investimentos em dez anos (2017-2026). São cinco eixos de atuação: saneamento, controle de poluição e obras hídricas; proteção e uso de recursos naturais; economias sustentáveis; gestão e educação ambiental, e planejamento e monitoramento.


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