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  • Mikael Sampaio

Os cinco motivos para o PMDB não trocar de mãos



O vice-governador Raul Henry, que preside o PMDB pernambucano, continua acreditando que não perderá o controle do partido para o senador Fernando Bezerra Coelho, tal como aparentemente está definido pela executiva nacional. Ele insiste em afirmar que há pelo menos cinco motivos para que o PMDB regional permaneça sob seu comando, e sob a liderança de Jarbas Vasconcelos. Primeiro, a história do partido, que foi fundado em 1966 e tem Jarbas em seus quadros desde 1969. Segundo, a falsa versão de que o partido teria estagnado sob a atual gestão, sendo a que mais cresceu no país (136%) em relação a 2012. Terceiro, o comportamento democrático da atual executiva, que não impediu a entrada de nenhum interessado, nem mesmo do senador Fernando Bezerra. Quarto, o partido tem diretório constituído, democraticamente eleito em convenção, e não “cartorial” como a grande maioria das legendas. Quinto e último, seus representantes na Câmara Federal, Jarbas Vasconcelos e Kaio Maniçoba, não descumpriram nenhuma das diretrizes partidárias. Logo, intervir por quê? - questiona o vice-governador. Que ainda se nega a acreditar que a “decisão política” de dissolver a secção pernambucana já tenha sido tomada pelo senador Romero Jucá, atual presidente do partido.


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