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  • Mikael Sampaio

Oposição mede impacto de aliança entre PT e PSB



A aproximação entre PSB e PT pode mexer na configuração do bloco de Oposição. Segundo informações de bastidores, o grupo realizou pesquisas qualitativas para avaliar cenários com e sem a candidatura ao Governo do Estado da vereadora Marília Arraes (PT). Caso se concretize o apoio dos petistas à reeleição de Paulo Câmara (PSB), crescerá a tese de uma "eleição plebiscitária", em que será indagado apenas sobre continuidade ou mudança do atual governo. E no grupo oposicionista, que tem número suficiente para formar dois palanques, existe a possibilidade de composição de chapa única. O terceiro ato do grupo das Oposições, no próximo sábado, essas teses tendem a ser mencionadas. Anfitriã do evento, a prefeita Raquel Lyra (PSDB), que participou da assembleia da Amupe nesta terça-feira, reforçou que "espera uma demonstração de união de toda a oposição do Estado em favor de um novo projeto para Pernambuco". "Vivemos um momento singular na nossa história, depois de a gente ter os governos de Eduardo (Campos) de grande êxito, numa grande maré do desenvolvimento econômico que o Brasil também vivia. A gente precisa parar e discutir de verdade. Não adianta mais a gente estar à sombra do que foi o governo de Eduardo. A gente precisa discutir o que vai ser feito pra frente”, apontou. A deputada estadual Priscila Krause (DEM) sublinha que "o bloco continua junto, unido, com a consciência do prazo de definir nomes". "Não tem essa disputa, essa briga por espaço, que todo mundo apostou que aconteceria. Estamos conduzindo nosso projeto sem colocar o carro na frente dos bois". O senador Armando Monteiro Neto (PTB) não dá a aliança entre PT e PSB como certa. "A candidatura da vereadora Marília mantém-se viva e recebendo apoios internos. Se ela for candidata, vai preencher espaço no campo de oposição. Se não for, vamos avaliar, mas há uma tendência ao caráter plebiscitário". Armando é um dos primeiros a expressar uma crença no caráter plebiscitário da eleição ao governo do Estado, neste ano. "(Sem Marília) eu particularmente defendo uma candidatura única da frente de oposição, mas respeitamos a opinião de outros companheiros, que defendem, nessa hipótese, duas candidaturas da oposição", afirma.


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