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  • Mikael Sampaio

Obras paradas, licitações em atraso e falta de remédios, marcam os 100 dias de governo em Bodocó


Com mais de 100 dias de governo, a gestão municipal de Bodocó ainda não disse a que veio. Para alguns, o prazo de validade para iniciar as críticas, são de 180 dias, mas para outros, isso significa um enorme prejuízo para o município.


O prefeito Otávio pedrosa (PSB) assumiu o cargo municipal há mais de 100 dias. Recebeu da gestão de Túlio Alves, a casa organizada e dinheiro em conta para dar continuidade aos serviços e obras em acabamento, mas até agora, a justificativa do executivo é que a burocracia é grande.


A administração que esbanjou jargões de campanha como “gestão pão com ovo”, agora não consegue fazer nem ovo puro mexido. Apesar de não ter havido tempo para uma transição maior, todos sabem em Bodocó, e o próprio prefeito já declarou em programas de rádios, que recebeu as contas em ordem e salários em dia. No entanto, a depressão que cai sobre o município não é somente de pandemia, e sim, de uma gestão que já começa sem ânimo e sem mostrar trabalho.


Um dos pontos de retrocesso e de reclamação parte dos moradores do bairro Raul Alves. Trata-se da obra de saneamento/calçamento, onde foi deixado em conta da prefeitura mais de 600.000,00 (seiscentos mil reais) do convênio com a caixa econômica para finalizar. Até agora, tudo parado!


Outros problemas de fácil solução também são deixados de lado ou estão muito atrasados, é o caso da merenda escolar. Em tempos de pandemia, não estão acontecendo às aulas presenciais, mas, todavia, as famílias tem o direito de receber os kit’s alimentação. A gestão educacional 2016/2020 deixou em conta o valor de 58.554,10 (cinquenta e oito mil, quinhentos e cinquenta e quatro reais e dez centavos) de saldo, mas até agora as famílias ainda não receberam um único grão de feijão. Além do saldo deixado em conta, a prefeitura já recebeu do FNDE / programa Nacional de alimentação escolar, nos meses de janeiro a março o valor de 136.633,80 (cento e trinta e seis mil, seiscentos e trinta e três reais e oitenta centavos). Portanto, um valor de quase 200 mil reais para serem comprados de alimentos para a rede estudantil.


Sr. Prefeito, quem é pobre não pode deixar acumular fome, pense nisso!


A estrutura administrativa, ainda não mostrou as medidas estratégicas para solucionar problemas de gestão atual e nem tampouco dar continuidade ao processo de execução dos projetos deixados pela gestão anterior, e nesse caso, não dá para aguardar seis meses para a atual administração provar a sua capacidade, trabalho e honestidade com os munícipes bodocoenses.


A falta de remédios continua sendo uma prerrogativa do governo de Otávio, e não se pode falar de falta de recursos, não é doutor?


Medidas de rápidas decisões precisam ser tomadas em todas as áreas para evitar o total colapso do munícipio. Os prefeitos foram eleitos para ter total disponibilidade aos munícipes, mas em Bodocó o horário do prefeito, quando está na prefeitura, é de apenas meio dia e quem atende por ele não está dando a resposta devida à sociedade, e por isso, os atrasos em obras, licitações e tantos mais passaram a fazer parte do cotidiano da prefeitura.


É importante dizer também que os recursos continuam chegando, e até mais, por conta da pandemia, portanto não há justificativas para a depressão causada em Bodocó nos últimos 100 dias. Assinaturas de ordem de serviço e fotografias ao lado de deputados, fomentando mais promessas, não são aceitas em um município que já mostrou o nível de exigência que tem, o eleitor. (Fonte: Lusimar Lima)

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