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  • Mikael Sampaio

INQUÉRITO SOBRE ATAQUE A BOLSONARO É AUTUADO NA 3ª VARA FEDERAL DE JUIZ DE FORA



O inquérito em que é investigado o ataque ao candidato Jair Bolsonaro (PSL) foi autuado na manhã desta segunda-feira, 10, na 3ª Vara Federal de Juiz de Fora, Minas Gerais, e distribuído para o juiz federal Bruno Souza Savino. O procurador designado pelo Ministério Público Federal para atuar no caso é Marcelo Medina, da Procuradoria da República em Juiz de Fora. Até o domingo, devido ao regime de plantão, as decisões judiciais vinham sendo tomadas pela juíza Patrícia Alencar Teixeira de Carvalho, da 2ª Vara Federal de Juiz de Fora, e a representação do MPF foi feita pela procuradora Zani Cajueiro, também da Procuradoria da República de Juiz de Fora. Foi a magistrada que autorizou a quebra do sigilo dos dados de quatro celulares e um notebook de última geração encontrados com Adélio Bispo de Oliveira, autor confesso do atentado ao candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, em Juiz de Fora (MG). Adelio Bispo de Oliveira foi preso em flagrante e foi indiciado com base no artigo 20 da Lei de Segurança Nacional, que inclui "praticar atentado pessoal ou atos de terrorismo, por inconformismo político". Se vier a ser condenado, pode pegar até 20 anos de prisão. O juiz Bruno Souza Savino, que conduzirá o caso, tornou réus 12 pessoas denunciadas pelo procurador Marcelo Medina após uma investigação sobre fraudes em licitação do Hospital Universitário da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), incluindo um ex-reitor da instituição. Em nota oficial nesta segunda-feira, 10, a Polícia Federal afirmou que realizando "análise de dados financeiros" de Adélio Bispo Oliveira, o que é um indicativo de que houve também a autorização da quebra de sigilo financeiro - além da quebra de sigilo dos equipamentos eletrônicos, que havia sido confirmada. A Justiça Federal disse não poder confirmar essa informação. A PF informou, ainda, que prossegue com o trabalho de "coleta de depoimentos, análise de dados financeiros e de outros dados existentes em imagens, mídias, computadores, telefones e documentos apreendidos". O rastreamento faz parte de uma série de diligências da PF para "identificar todas as possíveis conexões e motivações do crime" e "esclarecer, em toda a sua extensão, as demais circunstâncias vinculadas ao fato criminoso".


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