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  • Mikael Sampaio

Estudo aponta tendência de estabilidade nos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave em Pernambuco


Nas próximas três semanas, a tendência é que os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (Srag) em Pernambuco mantenham um nível de estabilidade com oscilação. Já no período de seis semanas, a probabilidade é de queda, ou estabilidade, quando se analisa o Estado por macrorregião. O estudo foi publicado nesta semana no Boletim Infogripe, atualizado semanalmente pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) a partir do monitoramento das ocorrências de Srag em todo o Brasil. Segundo o material, Pernambuco figura entre os seis estados em estabilidade/oscilação ou queda para as próximas semanas, enquanto que em todos os demais a expectativa é de moderado ou forte sinal de crescimento em pelo menos uma macrorregião.


Quando se analisa as capitais, apenas no Recife e em outras duas, a tendência é de estabilidade com oscilação nas próximas três semanas; e de queda moderada no período de seis semanas.


A tendência também é de estabilidade com oscilação para as próximas três semanas em todas as quatro macrorregiões pernambucanas. Já para as próximas seis, na I Macrorregional, que engloba os municípios da I, II, III e XII Gerências Regionais de Saúde (Geres) – RMR e Zona da Mata – há probabilidade forte de queda; e na IV Macro (VII, VIII e XI Geres, com sede em Salgueiro, Petrolina e Ouricuri, respectivamente), há sinal de queda moderada. Nas II e III Macros – Agreste e parte do Sertão – os dados mostram tendência de estabilidade nas próximas seis semanas.


“Quero destacar que temos trabalhado com o máximo de transparência e adotando os mais rígidos parâmetros científicos em nossas análises sobre o cenário desta doença. E, neste sentido, reforço que a pandemia ainda não acabou. O vírus continua entre nós. Neste momento, só a prevenção nos protege, efetivamente, contra o vírus”, pontuou André Longo.

SEMANAS EPIDEMIOLÓGICAS – Durante a coletiva, o secretário André Longo informou que na análise da última Semana Epidemiológica (47), foi registrada uma oscilação de 12% para mais na comparação com a semana passada, mas ainda uma queda de 16,4% nos casos de Srag em comparação à SE 45, o que confirma o cenário de estabilidade com oscilações.


Quando se verifica a mortalidade por Srag, houve uma queda de 12,4% nas ocorrências quando se compara com a SE 46 e uma situação de estabilidade na comparação de 15 dias.


“Precisamos do senso de responsabilidade de todos, porque o relaxamento nos cuidados, de forma recorrente, poderá trazer um aumento na contaminação, gerar novos casos e propiciar mais mortes. Não é momento de abandonar os cuidados. Ao contrário, é momento de reforçar o distanciamento social, a lavagem permanente das mãos e o uso correto da máscara”, finalizou Longo.

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