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  • Mikael Sampaio

Comércio de varejo em Pernambuco tem queda de 3,6%, em setembro, após quatro meses de alta, diz IBGE


Setor de material de construção teve a maior alta, segundo o IBGE — Foto: Reprodução/TV TEM

Depois de quatro meses de alta, o volume de vendas no comércio de varejo registrou queda de 3,6%, em Pernambuco, na comparação entre agosto e setembro deste ano. Dados divulgados nesta quarta (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que o resultado é bem diferente da média nacional, que teve aumento de 0,6 %, no mesmo período.


Os dados fazem parte da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC). Segundo o IBGE, Pernambuco teve o quinto pior resultado nas vendas de varejo, entre agosto e setembro, em todo o Brasil. As maiores quedas foram registradas no Maranhão (-5,9%), Amapá (-5,5%), Ceará (-4,4%) e Acre (-3,9%).

No comparativo entre agosto de 2020 e o mesmo mês de 2019, todos os estados tiveram desempenho positivo. O Instituto informa, no entanto, que Pernambuco registrou alta de 6,8%, o que representa um índice abaixo da média nacional, de 7,3%.

O IBGE disse, ainda, que, na variação acumulada do ano, o estado registrou queda de 2%. O Brasil alcançou a estabilidade.

Na variação acumulada dos últimos 12 meses, o país teve índice positivo de 0,9%. Em Pernambuco, o resultado foi negativo: 1%.

Ao avaliar os dados do comércio varejista ampliado, que inclui veículos, motos, partes e peças e material de construção, o volume de vendas teve queda de 1%, entre agosto e setembro.

No Brasil, seguindo os mesmos parâmetros, houve avanço de 1,2%. Também foi registrado um aumento de 10,7% na comparação entre agosto de 2020 e o mesmo mês do ano passado.

No entanto, os outros indicadores foram negativos: o acumulado em 2020 foi de -4,1% e o acumulado nos últimos 12 meses ficou em -2,1%. Setores Ainda de acordo com o IBGE, das 13 atividades econômicas pesquisadas, a que teve maior alta foi a venda de materiais de construção. O crescimento desse setor foi de 32,9%, em relação ao mesmo mês do ano anterior.

O mesmo segmento conseguiu se recuperar tanto no acumulado do ano, com aumento de 1,7%, quando no acumulado dos últimos 12 meses, com avanço de 1,9%.

Em seguida, aparecem os setores de equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (20,4%), artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (19,2%) e veículos, motos, partes e peças (15,6%).

Os eletrodomésticos apresentaram uma alta de 8,6%, em setembro. Esse setor, disse o IBGE, é o responsável pela maior variação de vendas tanto no acumulado do ano (40,8%) quanto no acumulado dos últimos 12 meses (33,7%).

Duas atividades presentaram queda em setembro de 2020 frente ao mesmo mês de 2019: o setor de livros, jornais, revistas e papelaria, com redução de 50,8% e tecidos, vestuário e calçados, com 0,5%.

Esses também foram os dois segmentos que ostentam a maior variação negativa nos demais índices, tanto no acumulado no ano quanto na variação acumulada dos últimos 12 meses.

País Em setembro, na série com ajuste sazonal, houve resultados positivos em 13 das 27 unidades federativas. Os destaques foram Piauí (5,7%), São Paulo (2,1%) e Espírito Santo (1,8%).

Para a mesma comparação, no comércio varejista ampliado, a variação entre agosto e setembro foi de 1,2%, com predomínio de resultados positivos em 14 das 27 Unidades da Federação, com destaque para Roraima (3,7%), Bahia (3,2%) e Espírito Santo (3,1%). Os destaques negativos foram Maranhão (-3,9), Ceará (-3,7) e Paraíba (-3,3%)

Na série sem ajuste sazonal, frente a setembro de 2019, houve resultados resultados positivos em todas das 27 Unidades da Federação, com destaque para Piauí (23,9%), Maranhão (21,6%) e Acre (19,9%).

Quanto à participação na composição da taxa do varejo, os destaques foram: São Paulo (5,8%), Minas Gerais (12,6%) e Santa Catarina (5,7%). (Fonte: G1)

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