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  • Mikael Sampaio

Carnaval vai movimentar R$ 3 bilhões em Pernambuco e contratações devem crescer 8% dizem associações


Com o início das prévias dos principais blocos de frevo e a proximidade do Carnaval 2023, empresas de Pernambuco estão contratando funcionários temporários para dar conta da demanda por produtos e serviços, depois de dois anos com as festas suspensas por causa da pandemia.


Neste ano, a estimativa da Associação Brasileira de Produtores de Eventos é que o movimento financeiro gerado pelo Carnaval no estado ultrapasse R$ 3 bilhões. Um aumento de pelo menos 17% em comparação com o último Carnaval, em 2020.


“Vai ser o primeiro Carnaval que a gente volta a ter pleno pós pandemia. Algumas empresas chegam a triplicar o quadro de funcionários durante esse período para atender as demandas. A contratação de empregos temporários é bem ampla”, afirma Waldner Bernardo, diretor da Abrape.


Uma fábrica que tinha 60 funcionários dobrou o tamanho da mão de obra para atender a demanda dos festejos. Ela está produzindo 10 mil abadás por dia. As peças serão usadas em blocos de Pernambuco e de outros estados.


O empresário Felipe Medeiros diz que, além de dar a oportunidade para o primeiro emprego, a fábrica costuma renovar o quadro de pessoal nesse período de carnaval. “Eles acabam ficando, continuando com a gente e sendo efetivados”, explica.


A costureira Cleide Gonçalves afirma estar muito feliz por estar trabalhando e ainda poder curtir a volta dos festejos. Também costureira, Carolaine Deolinda adiantou que está trabalhando muito agora para poder aproveitar o Carnaval depois.


“Em questão de festa, a gente foi o primeiro a parar por conta da pandemia, e o último a voltar. Então, a gente está com tudo para poder fazer Carnaval e ficar feliz. Porque é mais serviço, mais trabalho e gera mais emprego”, afirma a gerente de vendas Paula Roberta.


A Associação Brasileira do Trabalho Temporário prevê que nos três primeiros meses deste ano as contratações vão aumentar 8% em comparação ao mesmo período de 2022. A alta será puxada principalmente pela indústria (65%), mas também pelos setor de serviços (25%) e pelo comércio (10%).


Por causa do Carnaval, uma empresa que produz ingressos para eventos triplicou a mão de obra. Já são 60 funcionários. Cléber Dias estava desempregado e entrou numa vaga temporária. Agora, recebeu a notícia de que será efetivado como chefe de produção.


“Foram dois anos parado por causa da pandemia. Então, estou voltando com tudo”, comemora Cléber.


O auxiliar de produção Jakson José quer seguir o mesmo caminho. “É o meu primeiro emprego. Oportunidade de dar o meu máximo pra tentar entrar no mercado e ser efetivado”, diz.


Fonte: G1

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