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  • Mikael Sampaio

Araripina-PE: Prefeitura emite nota a respeito a paralisação convocada pelo Sindicato dos Servidores



A respeito da paralisação convocada pelo Sindicato dos Servidores Municipais de Araripina – SIMA, a Prefeitura de Araripina argumenta que:

Desde o início da atual administração, pagou os salários do Fundeb 40 e do Fundeb 60 rigorosamente em dia, contrariando a prática desrespeitosa da gestão anterior que frequentemente atrasava os pagamentos, chegando, por vezes, a dever mais de quatro meses de salários e a fazer propostas absurdas de parcelamento dos vencimentos dos servidores da educação. Na atual administração quitamos mais de R$ 4 milhões de dívidas com pagamento de pessoal deixadas pelo ex-prefeito.

Devido à completa desorganização da estrutura de cargos e salários herdada do governo anterior, somente a despesa com pessoal da educação, mensalmente, recebe aportes financeiros das finanças da prefeitura, conforme pode ser comprovado no quadro em anexo.

De janeiro a junho deste ano, as receitas da educação [repasses do Fundeb 60 e 40] somaram R$ 20.937.793,06 e as despesas chegaram a R$ 24.334.870,09, portanto, em seis meses, a Prefeitura de Araripina aportou R$ 3,4 milhões de reais para pagamento dos salários da educação.

Vale destacar que o professor da rede municipal de ensino de Araripina recebe em média o dobro do valor do professor da rede estadual de Pernambuco, portanto existe uma política de valorização e reconhecimento da categoria.

É falsa a afirmação dos representantes do SIMA quando alegam falta de diálogo com a atual administração. O prefeito Raimundo Pimentel e a Secretária de Educação, Possídia Carvalho Alencar receberam os representantes sindicais todas as vezes que foram procurados.

Faz-se oportuno lembrar que havia dificuldade de diálogo na gestão anterior, quando o sindicato precisou acampar, por dias, em frente à sede da prefeitura para tentar diálogo com o ex-prefeito.

Por estes elementos, é possível supor que a convocação da paralisação tem fundamento exclusivamente político e não condiz com a opinião da maioria dos professores da rede pública de ensino.


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