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  • Mikael Sampaio

Aplicativo monitora crianças com microcefalia em Pernambuco


Um grupo de pesquisadores desenvolveu o aplicativo Mobcare, uma ferramenta que funciona como “diário infantil” e pode ser utilizada para monitorar o tratamento de crianças com a síndrome congênita do vírus Zika. A iniciativa foi idealizada pela Fundação Altino Ventura (FAV), em parceria com a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e o Centro de Tecnologias Estratégicas do Nordeste (Cetene).


De acordo com os idealizadores, a plataforma pode ser utilizada pelos pais dos pacientes e por profissionais e gestores da saúde pública. “Ele armazena um banco de dados com vídeos, fotos, informações escritas e orientações para pais e familiares, para profissionais e para gestores”, explicou a presidente da FAV, Liana Ventura.


O sistema foi projetado no início de 2016. Desde então, passou por três fases: análise de requisitos; testes com famílias; e testes com cuidadores em terapeutas. A partir de agora, a plataforma está apta a ser utilizada como um prontuário móvel dos pacientes.


“Os pais alimentam informações sobre como estão as crianças. Se têm convulsão, quantas crises tiveram, como é a resposta das crianças, tanto no sentido da visão quanto no global. Do ponto de vista da gestão do cuidado, podemos ver se os pacientes estão faltando às consultas, se a criança se internou, se teve intercorrências”, relatou Liana. (Fonte: Rádio Cultura)

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